O crescimento da aviação executiva e da propriedade compartilhada
Os benefícios da aviação executiva têm feito crescer, em rápida proporção, e em todo o mundo, o número de empresas e pessoas físicas que buscam ter o próprio helicóptero ou jato executivo. Esse movimento se acentuou na pandemia, principalmente no modelo de propriedade compartilhada, como já mencionei anteriormente, e não dá sinais de mudar.
No Brasil, o interesse na compra de aeronaves, em especial daquelas comercializadas no modelo de propriedade compartilhada, como da Prime You cresceu 50%, ao mesmo tempo que o prazo para receber uma aeronave praticamente dobrou, assim como as filas dos interessados na compra.
Segundo o Global Business Aviation Outlook, da fabricante americana de motores e aviônicos Honeywell Aerospace, serão necessários 7.400 novos jatos para atender a demanda mundial da aviação executiva, com as entregas alcançando US$ 238 bilhões na próxima década. E o Brasil se destaca, já disputando com o México o posto de segundo maior desse mercado.
A demanda tem sido puxada, na área privada, por setores como o agronegócio – impulsionado pelas exportações e o dólar alto -, e as áreas médica e de medicamentos, que se mantiveram em alta na pandemia. E também por empresas de outros setores e pessoas físicas que perceberam vantagens como a agilidade e a segurança de se deslocar com uma aeronave executiva, em vez da aviação comercial.
Se as vantagens da aviação executiva, em geral, são cada vez mais percebidas, os benefícios da propriedade compartilhada são ainda mais, por representarem uma compra e um modelo inteligente de ter, que não apenas reduz o custo de aquisição da aeronave, como também traz a comodidade de delegar a gestão e a administração da aeronave para a Prime You.
Outro ponto positivo é que, na contramão dos atrasos constatados no mercado na entrega de aeronaves, a Prime You conta com cotas disponíveis para aquisição, podendo atender de imediato a necessidade de quem quer adquirir um jato ou helicóptero. Além disso, o cliente não precisa se preocupar com o processo de compra da aeronave, ficando ao usuário apenas a responsabilidade de adquirir a cota e usufruir o sistema para realizar suas viagens.
Não é por caso que, no Brasil, há cada vez mais adeptos não apenas da possibilidade de ter sua própria aeronave, mas principalmente de adquiri-la de forma compartilhada. Sem dúvida, essa é uma tendência que veio para ficar e se consolida a cada dia.